Diante dos mais de 50 minérios em condições comerciais de exploração, como calcário, diatomito, estanho, caulim, tungstênio, feldspato, nióbio, gás natural e petróleo, dentre outros, o deputado estadual Walter Alves acredita que o setor pode voltar a ter um lugar de destaque na economia potiguar. Para tornar esse cenário uma realidade, o parlamentar desenvolveu durante o ano de 2011 uma série de atividades sobre o tema, inclusive com a realização de audiências públicas e reuniões com entidades representantes do setor mineral.
“Precisamos agregar valor a nossa matéria prima. Devemos sim exportar nossa produção, mas devemos tentar agregar valor através de beneficiamento, como já ocorre com o calcário transformado em cimento no Oeste potiguar”, comentou o parlamentar.
A mineração foi durante décadas uma das atividades econômicas mais importantes para Rio Grande do Norte, mas no final da década de 80, começou a desaceleração devido à entrada dos asiáticos no mercado internacional, que não ofereciam oportunidade competitiva para os brasileiros e em especial para os norte-rio-grandenses.
Em meados do ano 2000, a mineração começou prospectar novamente, inclusive com instalação de grandes empresas de capital estrangeiro no interior do RN. Cidades localizadas na região do Seridó, como Bodó, Currais Novos e Jucurutu concentram grande quantidade de minério, inclusive com total exploração de empresas com capital estrangeiro.
Reunião
Buscando otimizar ainda mais a relação do Departamento Nacional de Produção Mineral (DPNM-RN) com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema), o deputado Walter Alves solicitou para a direção dos dois órgãos que promovessem uma reunião para compatibilizar as ações frente à mineração.